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Você deve lembrar da história: em Abril deste ano, um usuário de iPhone foi até um quiosque da rua Santa Ifigênia, em São Paulo, para consertar seu aparelho, e o valor cobrado para o reparo (180 reais) lhe pareceu excessivo. Ele, então, foi até outro quiosque, onde o técnico resolveu seu problema e não cobrou nada por isso: pediu apenas que o rapaz recomendasse o estabelecimento para os amigos. O cliente, satisfeito, fez um post no Facebook agradecendo a honestidade e cordialidade do técnico que lhe atendo, o Rei do iPhone. Em poucos dias, a postagem viralizou na internet, e o quiosque de Wissam Atie, o tal rei, ficou pequeno para as mais de 200 pessoas que apareceram querendo atendimento.

Agora, pouco mais de dez meses depois, o sucesso do Rei do iPhone continua. Segundo a Veja, que fez uma matéria de capa sobre o técnico Wissam Atie, o negócio atende cerca de 120 clientes diariamente, e fatura algo em torno de 500 mil reais por mês, uma receita que cresceu 455% desde abril

Para acomodar toda essa clientela, Wissam saiu de seu boxe de 8 metros quadrados, que agora funciona como um centro de triagem dos aparelhos, para um espaço oito vezes maior, na galeria em frente ao antigo espaço. Para receber os clientes, que esperam até duas horas pelo atendimento, o empresário oferece agrados como cafezinho e bolo de cenoura, além de exibir, numa televisão de 50 polegadas, vídeos de gatinhos fofos e crianças. Na hora do reparo, os custos variam entre 50 e 650 reais. Segundo Wissam, a loja não cobra nada quando o reparo é muito simples. Atender bem é o primeiro mandamento para prosperar nos negócios”, ele afirma.

Foi esse atendimento especial, além do marketing do post que viralizou, que fez com que o negócio crescesse tanto. Além do novo local, o Rei do iPhone contratou outros treze funcionários (antes da publicação no Facebook, ele só tinha dois) e quer abrir, até o final do ano, uma loja de 25 metros quadrados no 1º andar de um novo shopping, em que fez um investimento inicial de 300 000 reais.

O empreendedor disse à Veja que até agora não teve problemas com a Apple por causa do nome do estabelecimento, mas caso isso ocorra, ele já tem um plano B. “Se me acionarem na Justiça, mudo o nome imediatamente para Rei da Assistência”, afirmou. E sua ideia é expandir: “Quero abrir uma unidade da minha empresa em cada capital brasileira”, planeja o comerciante.


Fonte: Administradores

Imagem em destaque: Foto/Reprodução internet


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